O boom tecnológico e o surgimento de inovações como celular e internet trouxeram um leque extenso de informações para a palma de nossas mãos, o que, consequentemente, provocou uma nova dinâmica dentro do ambiente corporativo.

Nesse cenário, o papel do líder foi potencializado e tornou-se ainda mais desafiador, afinal é preciso gerir o relacionamento e desempenho de três gerações (X, Y e Z), nascidas e criadas em momentos diferentes da revolução da tecnologia e informação.

A grande diferença do chefe e do líder está exatamente no comportamento perante os comandados. Ou seja, um gestor que manda, impõe medo, centraliza e limita talentos obtém uma equipe instável que até entrega resultados, mas com prazo de validade. Já o líder é o que inspira e treina seus profissionais para um futuro próspero.

Alguns modelos de celulares foram projetados para funcionar com diferentes chips. Se quiser, o usuário pode utilizar o de determinada operadora para fazer ligações, o de outra para enviar mensagens, o de uma terceira para acessar a internet e um quarto para jogos. O mesmo acontece dentro dos ambientes de trabalho, cada geração possui sua característica e cabe ao líder compatibilizar diferentes chips.

O líder 2.0 ou o líder coach é aquele que inspira as pessoas por meio de seu desempenho e faz com que os liderados tenham vontade de segui-lo. Ele entende os limites e desenvolve competências específicas em cada profissional sob seu comando. Fisga, retém a atenção de gerações diferentes e, em equipe, projeta metas e enfrenta desafios.

Não é possível gerir pessoas como era feito cinco anos atrás. O mundo está em constante mudança e sem preparo o gestor pode se perder na avalanche de informações.

Dica: autoconhecimento e autopercepção são habilidades-chave para uma liderança efetiva e uma equipe perene. Invista em você!

Regina Nogueira, publicitária, é fundadora da Regina Nogueira Consultoria Empresarial e Coaching

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